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Vitral do Mosteiro da Batalha


Vitral do Mosteiro da Batalha
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°æÈ¨: Elza Maria Ferraz Barboza (florbelamaria) Silver Star Critiquer/Gold Note Writer [C: 12 W: 3 N: 60] (200)
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ÅÄÉãʱ¼ä: 2005-06-04
ÖÖÀà: Architecture
Ïà»ú: Sony Cybershot DSC-W1
Photo Version: Final Version, Original Version
Ìύʱ¼ä: 2008-10-09 11:49
ÒÑ·ÃÎÊ: 299
¹Ûµã: 2
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Vitral do Mosteiro da Batalha
De início a pintura surge como elemento de auxílio à estruturação da catedral gótica numa das expressões de maior peso simbólico, o vitral. Este método, de unir pedaços de vidro colorido através de chumbo, foi o que melhor se adaptou à necessidade narrativa do interior da catedral gótica. Desenvolvendo-se com as inovações técnicas de distribuição de peso das abóbadas que permitiam a criação de grandes lances de entrada de luz, esta evolução levou os mestres vidreiros a distanciar-se progressivamente da influência românica para assumir um estilo pictórico próprio a partir de 1200 e com apogeu até 1250. A formulação pictórica permaneceu associada à escultura no sentido em que as figuras são como estátuas projetadas numa superfície plana. O vitral assume então um caráter abstrato sem efeito tridimensional, profundamente geométrico onde os únicos pormenores permitidos são as delineações em negro dos olhos, cabelos e pregas das roupas. Julga-se que o primeiro vitral de Portugal surgiu em Batalha, trazido por mestres alemães e flamengos. O vitral fica na capela do Fundador (D. João I) que possui planta quadrada, tendo no centro de seu interior a forma de um octógono, que se desenvolve em volume para cima, ao nível do seu segundo andar ― um octógono que funciona, também, como lanterna. Esta capela foi traçada por mestre Huguet e se encontrava ainda em obras em 1426, sendo terminada pouco depois do falecimento do monarca, que para lá foi trasladado, juntamente com o corpo da rainha, um ano depois (1434). Originalmente, o octógono era coroado por um grande coruchéu em agulha, que caiu com o terremoto de 1755. A capela fica no Convento de Santa Maria da Vitória (mais conhecido como Mosteiro da Batalha) situado na Batalha, Portugal. Foi edificado a mandado de D. João I como agradecimento do auxílio divino e celebração da vitória na Batalha de Aljubarrota. Em 1388 já ali viviam os primeiros dominicanos. Foi classificado pelo IPPAR (Portugal) como Monumento Nacional, desde 1910. É considerado patrimônio mundial pela UNESCO, e em 7 de Julho de 2007 foi eleito como uma das sete maravilhas de Portugal. O projeto inicial corresponde a igreja, o claustro e as dependências monásticas inerentes, como a Sala do Capítulo, sacristia, refeitório e anexos. A capela do Fundador, capela funerária, foi acrescentada a este projeto inicial pelo próprio rei D. João I, o mesmo acontecendo com a rotunda funerária conhecida por Capelas Imperfeitas, da iniciativa do rei D. Duarte.

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Dear Elza Maria Ferraz Barboza!
Amazing work.
Good light.
Very good contrast.
Beautiful colors.
Very good sharp.
TFS!

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